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sábado, 7 de outubro de 2017

Periódico INSS É ARTE publica entrevista com o servidor/escritor Luis Boto






Sou servidor público do INSS desde 2003, sempre trabalhando em minha cidade Sobral/CE. Durante todo esse tempo tive o prazer de conciliar meu trabalho com a paixão pela literatura, tanto que consegui espaço em minha agenda para escrever 3 livros, os quais podem ser vistos neste blog.

Foi com enorme satisfação que recebi a notícia de que o INSS em Sobral, através da equipe de Comunicação Social e da Seção de Gestão de Pessoas, estava elaborando o projeto de um boletim periódico para divulgar o lado artístico dos servidores desse Órgão Federal de imensa grandeza. O projeto se chama "INSS é Arte" e tive a honra de ser convidado pelo editor chefe, o colega servidor Daniel Glaydson, para uma entrevista como escritor para ser publicada na 1.ª edição do periódico, o que de pronto aceitei com o maior prazer.

A entrevista foi publicada como destaque de capa em setembro/2017, na qual foi enfatizado um livro de contos sobre causos inusitados de colegas de trabalho da Gerência Executiva Sobral, projeto este que está em pleno andamento e que pretendo concluir até o final de 2017.

Segue abaixo a íntegra da publicação:

sábado, 4 de maio de 2013

NOVO PRESIDENTE DA BIBLIOTECA NACIONAL DIZ QUE "NÃO DEVERÍAMOS PRODUZIR EVENTOS EDITORIAIS"

 
 
 
Dois ventiladores tentam cumprir, na sala de reuniões do gabinete da Fundação Biblioteca Nacional, o papel que caberia a um dos antiquíssimos aparelhos de ar condicionado da instituição –posicionado, inerte, ali perto.
 
É um sintoma do aniversário indesejável que a instituição –detentora do oitavo maior acervo do mundo–, faz neste mês. Completa um ano sem ar-condicionado, desde que o vazamento de um aparelho inundou um andar.
 
É um mês de decisões emergenciais. Com a saída das políticas de livro e leitura da estrutura da FBN -estas ficarão no MinC, sob comando do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL)-, é preciso redesenhar o organograma.
 
As mudanças começaram com a decisão da ministra Marta Suplicy (Cultura) de demitir Galeno Amorim da presidência da FBN, em março.
 
Agora, o cientista político Renato Lessa, recém-empossado na biblioteca, e o novo secretário-executivo do PNLL, José Castilho Marques Neto, precisam definir, até o dia 31 de maio, a divisão do orçamento entre as duas áreas –para então iniciarem os trabalhos práticos.
 
Lessa assume a biblioteca, em estado crítico, e, ao mesmo tempo, a organização da participação brasileira na Feira do Livro de Frankfurt, a mais importante do mercado editorial, em outubro. Não gosta do modelo. “Não há contrapartida das editoras, o governo paga tudo”, diz.
 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Autor da editora Dracaena no Programa Sem Censura da TV Brasil

O autor Alysson da Silveira Campos foi um dos convidados do Programa Sem Censura da TV Brasil apresentado por Leda Nagle.

Alysson da Silveira Campos é autor dos livros : Saúde e Espiritualidade e Vivendo Bem e Ativo até os 100 anos.

Leia mais em:

http://www.dracaena.com.br/?modulo=Produtos&item=ProdutosView&id=14

http://www.dracaena.com.br/?modulo=Produtos&item=ProdutosView&id=12


ASSISTA A ENTREVISTA:

sábado, 21 de janeiro de 2012

RBBC e o incentivo à leitura: uma entrevista com Abraão Antunes Silva

  
No mundo das citações da internet, o argentino Jorge Luís Borges viu uma de suas frases ser repetida todas a vezes que alguém falava de uma biblioteca com carinho: “Sempre pensei que o paraíso pudesse ser assim como uma espécie de biblioteca .” Mas o irônico é que Borges lamentava tal fato, pois falava da sua cegueira e de como este paraíso lhe seria negado. Ainda assim, as bibliotecas são uma espécie de universo para o autor e talvez se sentisse como um dos paradoxos imaginou, ao encontrar tantos mundos dentro de um só mundo. Imagine como ele pensaria nas muitas bibliotecas que existem no mundo atual, diversos universos existindo paralelamente.
 
Diversos programas do governo brasileiro e da Biblioteca Nacional procuram incentivar a leitura trabalhando diretamente com as bibliotecas. É claro que existem várias realidades e dificuldades no Brasil. Para ajudar as iniciativas comunitárias foi fundada a Rede Brasileira de Biblioteca Comunitárias e para conhecer um pouco mais dessa iniciativa, conversamos com Abraão Antunes Silva, articulador da RBBC, e você lê aqui: 

Confira a entrevista feita pelo Insituto Cultural Aletria

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Entrevista com Roberta Spindler e Oriana Comesanha, autoras de "Contos de Meigan" - Dracaena





Links:
Sobre a obra das autoras:''Contos de Meigan''
                                    
Meigan é um mundo diferente do nosso, morada de seres especiais e 
poderosos que se denominam magis. Na aparência são exatamente como nós, mas as diferenças não podem ser ignoradas por muito tempo. Os magis tem uma relação especial com a natureza e seus elementos, moldando-os a sua vontade e apoderando-se de sua força. Esses elementos, chamados mantares, não se limitam apenas aos conhecidos fogo, terra, ar e água. Existem muitos outros, como as sombras, o tempo e até mesmo o controle sobre o próprio corpo. Ter a capacidade de decifrar, entender e interagir com a natureza é um dos principais requisitos para a evolução de um magi. Para tanto, deve-se, primeiramente, entender que tudo faz parte da mesma manifestação natural e que toda matéria e energia estão inseridas em um processo dinâmico e universal.
Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos começa com Maya Muskaf preparando-se para voltar para casa. Depois de três anos vivendo na Terra, o momento de retornar a Meigan finalmente havia chegado. Ela estava preocupada, pois alguma coisa afetava seu controle sobre os mantares, talvez algum resquício da misteriosa doença que a debilitou durante a infância. Com medo de estar novamente doente e para conseguir respostas, decidiu colocar de lado suas diferenças com sua mãe, a principal governante do mundo magi. Voltaria a Katur, capital de Meigan, e pediria perdão por todas as brigas passadas.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Entrevista com a Amanda Vieira, autora de "O Vale das borboletas" - Editora Dracaena

Links:
 
Sobre a obra da Amanda:''O vale das borboletas''
 
Quando Heitor se muda para Crisálida, depois de escapar de perseguições enigmáticas em São Paulo, a vida de Maria Luisa também é afetada de forma inesperada. Isa, como ela prefere ser chamada, acaba por se envolver pelo seu misterioso primo que passa a frequentar a mesma escola onde estuda. Um amor de tirar o fôlego, uma aventura impressionante, cercada pelos mistérios do desaparecimento da fortuna de um pintor de borboletas. Ele tenta protegê-la, ela coloca a sua vida em risco, uma perigosa paixão com um final que somente um detetive sagaz poderia imaginar. Isa decide então confrontar o seu perseguidor, sozinha, com o coração na garganta e um tesouro em mãos. Do alto do morro do Vale das Borboletas ninguém poderá escutar o seu grito de socorro. 

Entrevista

Você sempre teve vontade de escrever um livro ?

Sim, só não achei que fosse publicar um algum dia. Lembro-me que quando criança eu montei um pequeno livro com uma história que tinha criado, rasguei alguns livros velhos pegando suas gravuras e colando no meu, ficou uma gracinha, mas eu o perdi com o tempo. Continuei a escrever e amadurecendo com os livros que lia, porém não tinha coragem de mostrar o que escrevia para ninguém, era como um tesouro escondido em mim, somente o meu namorado leu o livro O Vale das Borboletas antes de mandar para a Editora, sou do tipo que mantém o suspense até o fim, então, nem minha família e amigos leram ainda, e também acho que algumas pessoas estragam o seu sonho porque não são capazes de sonhar, de compartilhar, então fazem com que você também não acredite nos seus, por isso sou uma pessoa extremamente sonhadora, mas muitos só ficam sabendo dos meus sonhos quando eu já os realizei.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Janine Stecanella entrevista: Léo Kades - editor chefe da Dracaena



Léo, como é o trabalho de um editor?
Se resume em procurar, avaliar e publicar textos de qualidade. É preciso ter muita serenidade e olhar critico para ter um bom desempenho, mas é um ótimo trabalho e também uma missão importante.

Você já tinha experiência com literatura e música, qual foi o principal motivo para criar a Dracaena?
A Dracaena surgiu da necessidade de um maior envolvimento com a literatura em geral. Eu já era editor da Editora Oxigênio e trabalhava com livros religiosos, autoajuda e livros motivacionais, mas a Oxigênio era uma editora segmentada e não me permitia ter um envolvimento maior com a publicação de outros gêneros. Foi ai que a Dracaena surgiu da necessidade de ampliarmos nossa área de atuação.

 
Quais são os principais desafios de uma editora jovem/nova como a Dracaena?
Competir em um mercado cada vez mais competitivo.

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